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13 maneiras de o Brasil seguir mudando com Dilma Rousseff



Pautadas na promoção, proteção e defesa dos Direitos Humanos


1. Das Crianças e Adolescentes, priorizando:

a capacitação dos operadores do sistema de garantia dos direitos para a proteção dos direitos e promoção do modo de vida das crianças e adolescentes;

o fortalecimento as políticas de apoio às famílias para a redução dos índices de abandono e institucionalização.

A revisão do Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, em consonância com o III Congresso Mundial sobre o tema;

Resumo das notícias do dia

Nacionais:







- Captação da poupança atinge R$ 1,8 bilhão no mês de agosto, diz BC. Trata-se do 16º mês consecutivo de captação positiva, mas valor é 41,3% menor que o verificado no mesmo mês de 2009; (2)







- Brasil é 3º país preferido para investimentos, diz ONU. Interesse de multinacionais por commodities e crescimento do mercado doméstico colocam o País em destaque; (2)





Vox Populi deverá abrir 12 pontos de diferença

Blog de Luis Nassif

Conversei agora com João Francisco Meira, diretor-presidente do Vox Populi. A próxima pesquisa sairá no fim de semana. Sua avaliação é que Dilma abrirá "12 pontos para cima" sobre José Serra.

Desde março João Francisco vem alertando que a eleição iria acabar antes de começar.

"Se olhar com olhar que tem uma teoria explicativa por trás do processo, vai entender o que está acontecendo", explica ele.

Há cinco fatores determinantes nessas eleições, que dificilmente serão alterados até o dia da votação:

Satisfação com a situação econômica pessoal: 78% das pessoas satisfeitas ou muito. Satisfação com a maneira como governo está governando: Quase 80% aprovam governo. Admiração pelo presidente da República: 84%. Identidade partidária: 25% das pessoas são PT. Os outros todos somados dão o tamanho do PT. E metade da população não tem partido mas rejeita o PT. Diferença de tempo na TV: Dilma quase 40% a mais. Portanto, domínio sobre a variável campanha. Campanha é só tempo, diz ele. Não precisa entrar em discussão sobre competência, porque tem competência dos dois lados.

Esses fatores são constantes e dificilmente serão mudados até lá. Nem todas as eleições são assim, explica João Francisco, mas essa é.

As alterações que puderem ocorrer no resultado serão a favor de Dilma. Antes da pesquisa Sensus (que ele ainda não tivera tempo de analisar) 16% do eleitoraedo não sabiam sequer quem era a candidata de Lula. Cerca de 20% do eleitorado com tendência a votar em Dilma, ainda não a conhece. Pode ser que nem apareçam para votar – dado o nível de desinformação a esta altura do campeonato. Mas se aparecerem, votarão na Dilma.

Essas tendências são corroboradas na tabela do cientista social Marcos Figueiredo, que traça a média e projeta as pesquisas dos quatro principais institutos – Ibope, Sensus, Vox e Datafolha. João Francisco não recomenda a tabela do Estadão – que também trabalha com a média. A do Estadão recorre a uma regressão linear para projetar resultados, quando o correto – como faz Figueiredo – é a progressão logarítima.

Para João Francisco, entre os institutos de pesquisa a única incógnita é o Datafolha. Se persistir na sua base amostral atual, só daqui um mês estará em linha com os demais institutos – quando o nível de informação dos eleitores estiver nivelado. Se incluir os partidos dos candidatos no questionário, Dilma poderá ganhar dois pontos a mais. Mas se não mudar a base amostral, ainda pagará mico por mais um mês.

É Lula lá...

Governo Lula tem 80,5 % de aprovação e chega a bater novo recorde.



O governo do Presidente Lula bateu novo recorde de aprovação, segundo a 102ª pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta quinta-feira (5). A avaliação positiva chegou a 77,5%, a maior da série histórica desde julho de 2005. Em maio, o índice foi de 76,1%. O presidente Lula obteve 80,5% de aprovação. O melhor resultado de Lula apareceu na pesquisa divulgada em janeiro de 2009, quando 84% dos entrevistados afirmaram que aprovavam o presidente. De acordo com a pesquisa, Lula só recebe avaliação negativa de 14,4% dos pesquisados, enquanto 4,6% dos entrevistados avaliaram negativamente seu governo.