13 maneiras de o Brasil seguir mudando com Dilma Rousseff



Pautadas na promoção, proteção e defesa dos Direitos Humanos


1. Das Crianças e Adolescentes, priorizando:

a capacitação dos operadores do sistema de garantia dos direitos para a proteção dos direitos e promoção do modo de vida das crianças e adolescentes;

o fortalecimento as políticas de apoio às famílias para a redução dos índices de abandono e institucionalização.

A revisão do Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, em consonância com o III Congresso Mundial sobre o tema;

Pesquisas, solidão e discurso errático abalam serra

As mais recentes pesquisas eleitorais expressam e agravam a crescente dificuldade de posicionamento político da candidatura de José Serra (PSDB). Com um discurso errático que, ora procura pegar carona nas realizações do governo Lula, ora situa-se no terreno da extrema-direita, a campanha tucana oscila sem rumo certo. Num dia o candidato diz vai duplicar os benefícios do Bolsa Família, noutro critica a política de gastos do governo Lula, noutro ataca o Mercosul, a Bolívia e procura vincular a candidata do PT à guerrilha colombiana. Desorientação é tamanha que mesmo aliados como Arthur Virgílio (PSDB-AM) e José Agripino Maia (DEM-RN) evitam associação com nome de Serra na campanha. Com seu humor habitual o jornal Hora do Povo satiriza a debandada nas fileiras da candidatura de José Serra à presidência da República. “Ninguém que aparecer ao lado do morto. Campanhas do PSDB e do DEM tiram nome de Serra em 12 Estados”, destaca a HP. Nos últimos dias, a Folha de São Paulo vem publicando matérias sobre a resistência dos aliados de Serra em usar o nome e a imagem do candidato tucano em seus materiais de campanhas nos Estados. De Norte e Sul do país, marqueteiros das mais diferentes matizes dão um mesmo um conselho: associar o nome a Serra pode custar muitos votos.

Lula falando aos internautas.

Os passos de Marilene 130 Hoje!


ALFREDO NASCIMENTO GOVERNADOR 22
O AMAZONAS MELHOR PARA TODOS
PR/PSB/PT/PDT/PSL/PSDC/PTdoB



Dia 09.09.2010 (quinta-feira)
09:00 h.
Caminhada no Mutirão com Alfredo Nascimento.
Ponto de Encontro: Rua 07 c/ rua 50. Próximo ao terminal do ônibus 419.

17:00 h.
Caminhada no Santa Etelvina com Alfredo Nascimento.
Ponto de Encontro: Rua Santa Luzia c/ Rua do Comércio.

Resumo das notícias do dia

Nacionais:







- Captação da poupança atinge R$ 1,8 bilhão no mês de agosto, diz BC. Trata-se do 16º mês consecutivo de captação positiva, mas valor é 41,3% menor que o verificado no mesmo mês de 2009; (2)







- Brasil é 3º país preferido para investimentos, diz ONU. Interesse de multinacionais por commodities e crescimento do mercado doméstico colocam o País em destaque; (2)





AGENDA DE COMUNICAÇÃO




30 de Agosto
Entrevista Band
Programa: Band Notícias
Duração: 9 minutos
Horário de chegada à emissora: 17h20
Horário do programa: 17h40


02 de setembro

Entrevista Rádio Alvorada de Parintins( por telefone)
30 minutos de 9h30 as 10h ao vovo
Aroldo Bruce – Ciranda da cidade
Ligar 3533-2002 agente
A rádio vai entrar em cadeia
02 de setembro

Debate  do diretório central dos estudantes  na Universidade Federal do Amazonas(DCE-UFAM).
Horário: 15h
Local: Auditório Eulálio Chaves- Setor Sul do Campus Universitário
Participantes: Arthur Neto,Jefferson Praia,Eduardo Braga,Marilene Corrêa e Vanessa Graziottin
(documento impresso enviado pelo motorista)

08 de setembro

Rádio Nova A Critica FM 93-Programa A Critica Notícia
Hora da Chegada a emissora: 6h30(manhã)
Duração/Entrevista: 15 minutos

10 de setembro

Tv A Critica-Programa Ponto Crítico
Horário: 10h50
Duração/Entrevista: 12 minutos.

18 de setembro

ALMOÇO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTA COM EMPRESARIOS NA FECOMERCIO  (RUA SÃO LUIZ 555 ADRIANOPOLIS) E CENTRO DO COMERCIO DIA 15/09
- se a Marilene viajar neste dia o suplente Dr. Helder participará

As juventudes e o projeto popular


Roberta Traspadini*
O retrato da juventude brasileira evidencia além dos projetos de classe, as intenções manifestas por cada corrente tanto na concepção, quanto no que fazer apresentado a este grupo social pertencente à classe trabalhadora.
Façamos um breve exercício de entender a situação concreta deste grupo na educação, para depois, imersos nos principais elementos reflexivos, pensarmos o inédito viável deste grupo.
1. Os dados sobre juventude e educação brasileira
Segundo o documento de IPEA de 2008 "Juventude e Políticas Sociais no Brasil", a população de 15 a 29 anos corresponde a 27,4% da população total. Existem 51 milhões de brasileiras(os) nesta faixa etária.
Com relação à educação tanto em termos de acesso quanto de permanência, os dados são alarmantes para se pensar o futuro da nação.
34% da população dos 15 aos 17 anos ainda não concluíram o ensino fundamental; apenas 12,7% dos jovens de 18 a 24 anos têm acesso ao curso superior.
Além disto, 83% dos jovens de 25 a 29 anos e 66% de 15 a 17 anos deixaram de estudar. O número de idas e vindas aos bancos escolares também chamam a atenção: os que pararam somente 1 vez representam 61,6%; 2 vezes 20,1% e 3 vezes ou mais 16,7%.
Quase 70% destes jovens pensam ser possível retornar à escola, assim que as condições objetivas de sobrevivência o permitir.
Outro foco importante sobre a diversidade da juventude se refere à situação do jovem do campo e da cidade.
Enquanto nas cidades vivem 84,9% dos 51 milhões de jovens do país, no campo residem 15,1%.
Para o campo se amplia a precarização das condições de vida e os elementos como acesso, permanência e pertença jogam outros olhares sobre o debate do ser e sentir-se jovem.
A questão agrária, a posse da terra, o crédito, a agricultura familiar, o campesinato como classe e o uso da tecnologia subordinada à concepção de terra e de humano, são alguns dos temas a serem debatidos por estes jovens no seu contexto de vida específico.
O nível de escolaridade do jovem do campo é 50% inferior ao da cidade e o grau de analfabetismo chega a 9% nesta população.
2. O debate teórico sobre o tema
Em uma perspectiva crítica, falar em juventude é retomar ao menos 4 aspectos centrais que se entrelaçam.
1. A juventude como protagonista da formação de consciência. Se por um lado, são fundados valores, memórias, representações a partir do ora vivido, por outro lado, são abertas perspectivas sobre como ler o que se vive, para além do que até então se tem.
2. A juventude como historicidade. Está referido ao movimento ininterrupto de refazer-se a partir daquilo com que se encontra e para além. A historicidade demarca o terreno da ação dos sujeitos a partir da correlação de forças manifesta no cotidiano. Vai além quando o permite superar o vivido rumo a outro processo de vida a ser encarnado por ela.
3. A juventude como ser social. Aqui o centro é a disputa na produção de símbolos, códigos, imagens, de uma juventude que é formada ou para reproduzir o que já está posto na engrenagem instituída pelo modo de dominação real, ou para, questionando-o, permitir verificar o que pode ser feito para superar dito modelo.
Este conceito põe em evidêcia o individualismo apregoado como única forma possível de produção de vida, na concorrência, frente as possibilidades de relações para além do processo mercantil.
4. A juventude como consciência sobre o sentido do trabalho. Neste tema a juventude vive outras dimensões da tensão. Ou é tomada como uma mercadoria cujo preço é estipulado por quem paga, a partir da precarização intensiva de uma formação técnica para o trabalho subutilizado. Ou é tida como possibilidade de recomposição do sentido de trabalho a partir da realização e pertença do mesmo ao grupo ao qual pertence: os trabalhadores.
3. A relação entre os dados e a teoria
Com base nos dados e nos temas centrais da discussão sobre juventude podemos ver como esta categoria é complexa, heterogênea e diversificada, fazendo uma alusão à construção de Antunes sobre o sentido do trabalho.
Complexa pela relação direta entre educação e trabalho que vai promovendo a divisão social e internacional e alocando os jovens a partir do melhor uso pelo capital do saber acumulado e apreendido deste grupo.
Jovens com carteira de trabalho e sem carteira de trabalho; jovens no trabalho informal legítimo e legal; jovens no trabalho informal ilegítimo e ilegal, entre outros.
Heterogênea pela forma e o conteúdo do ser jovem a partir do recorte étnico-racial, de gênero, de regiões e de nacionalidades.
Diversificada pela explícita diferença na concepção de cultura, do sentido do trabalho, do aspecto ético-moral e da religião. Diferenças que demarcam contextualizações distintas sobre o mesmo tema dentro deste grupo.
4. A juventude e o inédito viável
O mais viável é nos referirmos à unidade do diverso da juventude, ou seja, juventudes em movimento. O inédito neste viável é a intenção de vinculá-las na disputa pelo poder a partir da construção do sentido protagonista a ser dado a este grupo dentro de um projeto popular.
As diferenças cedem espaço à diversidade em unidade e as experiências conformam um quadro comum neste mosaico de cores, flores, pedras, territórios específicos dentro de um modelo de desenvolvimento geral.
O popular vira palco da territorialidade do poder, cujo protagonismo compartilhado vai, pouco a pouco, superando as classificações e criando um novo arranjo de sociedade em cujo poder popular dê unidade ao diverso, harmonize as particularidades no todo do projeto de classe, efetive a inclusão real deste grupo na tomada de decisão rumo à implementação da sociedade que se quer.
*Economista, educadora popular e integrante da Consulta Popular/ ES.
FONTE: FONAJU